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Escritório de Projetos
Um equívoco comum cometido pelos Escritórios de Gerenciamento de Projetos é conceber um Programa como Projeto ou vice e versa.
As empresas, especialmente no cenário econômico atual, estão buscando cada vez mais formas de fazerem seus recursos valerem o máximo possível. Já há muito tempo existem conceitos tais como “objetivos”, “missão” e “visão”. Estas palavras inspiradoras foram cunhadas para motivar suas equipes e encorajar seus departamentos a combinar forças em direção ao sucesso.
Cada vez parece mais que ambientes que favoreçam metodologias ágeis de desenvolvimento sempre estarão em confronto com as restrições e estrutura de um PMO tradicional. Várias organizações se comprometeram tão profundamente com os fluxos de processos do PMBOK e com as melhores práticas do CMM, que boa parte dos principais conceitos do desenvolvimento ágil, tais como documentação suficiente e facilidade para mudanças parecem até heresia.
A taxa de falhas de projetos de TI é legendária. Entretanto, segundo pesquisas, as empresas que conseguiram estabelecer escritórios de projeto (PMO) bem sucedidos relataram aumento significativo nas taxas de sucesso de seus projetos.
Apesar da falta de padronização, e até mesmo controvérsia, na classificação de tipos de escritórios de projeto (PMO), eu particularmente prefiro uma classificação mais simples e direta composta de três tipos básicos, variando em grau de controle e influência que eles possuem sobre os projetos da empresa. Você precisará determinar qual tipo deverá implementar de forma a ter um escritório de projetos efetivo.
Conseguir que seus projetos deem resultados consistentes, requer o uso constante de métodos e ferramentas de gerenciamento de projetos por todas as equipes de projeto da empresa. Estabelecer esta constância requer planejamento apropriado e esforço da alta direção e/ou dos responsáveis pelos escritórios de projetos.
A criação de um escritório de projetos envolve inúmeros desafios e, um dos mais importantes, dentro da área de conhecimento de comunicação, se relaciona a capacidade de comunicar novas definições aos participantes diretos e indiretos, de forma que a mensagem seja, por eles, recebida, corretamente interpretada e aplicada.
Não há mais o que falar sobre a necessidade de se gerenciar projetos, isso já é uma realidade, e certamente empresas que não o fazem estão fadadas ao fracasso. O que faz a diferença é a maturidade que a empresa tem em gerenciamento de projetos.
Cada organização possui um estilo e cultura próprios que influenciam o modo como o trabalho de projeto é conduzido. Assim como os projetos são únicos, as organizações em que são executados também são.
Como sempre digo, meu objetivo ao escrever é sempre avaliar se as técnicas, ferramentas e metodologias são aplicáveis, adaptáveis ou flexíveis. Em geral, minha conclusão é que: Como metodologia é composta por um conjunto de técnicas, o gerente de projetos ou o PMO a desenvolve sempre de forma aplicável (Premissa, nem sempre verdadeira, mas procuro partir deste princípio).
Recentemente, durante o desenho e planejamento do PMO (Project Management Office) da empresa onde trabalho, deparei-me com um pequeno problema que levou a uma reflexão sobre a necessidade de classificar os projetos da organização em "Tipos" de Projeto.
Com a profissionalização da área de gerenciamento de projetos nas organizações no Brasil, cada vez mais, os Escritórios de Projetos se fortalecem e passam a ser estruturas ativas no dia a dia das corporações. Desta forma, o Escritório de Projetos, também conhecido por PMO (Project Management Office) passa a assumir novas responsabilidades nos processos de seleção, de execução e dos resultados obtidos dos projetos; ademais, novos papéis surgem, como o Resource Manager (Gerente de Recursos) e o próprio Project Management Officer, que representa o profissional com autoridade máxima no Escritório de Projetos da organização.













